Por que caminhos corres, alma agreste
Ao fenecer da forma transitória,
Do que despontam fábula e estória,
No amalgamar da síntese celeste?
Em que paragem d'alma o que fizeste?
Em que recanto segues tua História?
Com que roupagem tece a trajetória,
Destino, plasmador sutil e inerte?
Há mais tensão nas cordas que ora ficam
No farfalhar das horas nebulosas,
No borbulhar do livro e fala tersos...
Oh, pai, a Deus as Musas te suplicam,
E sói que as minhas falas tenebrosas
Não tanjam mais rabiscos, cantos, versos!...
BOLÃO DO OSCAR: QUE GANHE A MELHOR
-
*Cara e pose da Lolinha rica se ganhar o bolão amanhã*
Contando mais uma vez com a excelente e incansável organização do Júlio
César, temos aqui mais um ...
Há 2 horas






Nenhum comentário:
Postar um comentário