Por que caminhos corres, alma agreste
Ao fenecer da forma transitória,
Do que despontam fábula e estória,
No amalgamar da síntese celeste?
Em que paragem d'alma o que fizeste?
Em que recanto segues tua História?
Com que roupagem tece a trajetória,
Destino, plasmador sutil e inerte?
Há mais tensão nas cordas que ora ficam
No farfalhar das horas nebulosas,
No borbulhar do livro e fala tersos...
Oh, pai, a Deus as Musas te suplicam,
E sói que as minhas falas tenebrosas
Não tanjam mais rabiscos, cantos, versos!...
Turismo em perspetiva / Os Bonecos de Estremoz
-
*André Lopes*
*Transcrito com a devida vénia do*
*jornal E nº389,*
*de 30 de Outubro de 2026*
O património cultural é uma parte essencial da identidad...
Há 2 horas


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